23 de dezembro de 2011

Estará concluída en 2014
Nueva fábrica de neumáticos Pirelli en Argentina


Nueva fábrica de neumáticos Pirelli en Argentina
La empresa italiana tiene en carpeta un proyecto de inversión de 300 millones de dólares para la construcción una nueva fábrica de neumáticos radiales para camión, con una capacidad productiva anual de 700 mil neumáticos para satisfacer la demanda interna y la del Mercosur.

Pirelli busca reforzar su presencia en la Argentina mediante un proyecto para construir una nueva fábrica de neumáticos para camión radial, teniendo en cuenta la evolución de la demanda del mercado local. El Gobierno argentino acompañará el desarrollo de esta iniciativa, financiando parte de la inversión con el préstamo del Bicentenario y asegurando la provisión de gas y energía eléctrica, entre otros servicios.
El plan de crecimiento se dio a conocer ayer durante un encuentro que tuvo lugar en Buenos Aires, en la Residencia Presidencial de Olivos. En el mismo estuvieron presentes la Presidenta de la Nación Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, la Ministra de Industria, Débora Giorgi, el Ministro de Planificación Federal Inversión Pública y Servicios, Julio De Vido, el Presidente de Pirelli, Marco Tronchetti Provera, y el Presidente de Pirelli Neumáticos Argentina, Franco Livini.
Se estima que serán invertidos alrededor de 300 millones de dólares a partir de 2012, para una primera etapa de desarrollo que se concluirá durante el transcurso de 2014. Dichas inversiones fueron contempladas en el segmento industrial comunicado al mercado el año pasado, en ocasión de la presentación del plan industrial. Para la segunda etapa del proyecto se estiman inversiones cercanas a los 200 millones de dólares.

La primera etapa tendrá una capacidad productiva de aproximadamente 700.000 unidades por año, empleando alrededor de 700 nuevos trabajadores. Mientras que la segunda, permitirá alcanzar 1.4 millones de unidades al año, con un total de 1.200 empleados. La ocupación total de Pirelli en Argentina, que en la fábrica de Merlo ya es de 1.100 personas, podrá alcanzar al final del proyecto las 2.300.

La inversión permitirá no sólo satisfacer la creciente demanda del mercado interno, a la que será destinada alrededor del 50% de la producción, sino también la demanda de los mercados del Mercosur. Las líneas de producto previstas utilizarán la tecnología SATT de última generación, que permite alargar la vida del producto, optimizar los niveles de uso y mejorar la precisión en la dirigibilidad de los vehículos.
La producción de la nueva fábrica acompañará las 5 millones de unidades ya producidas anualmente para toda la gama de autos, SUV y camioneta, por la fábrica de Merlo, en la Provincia de Buenos Aires, donde Pirelli opera desde 1951. Esta fábrica ya es objeto de un programa de ampliación de su capacidad productiva, con una inversión de 100 millones de dólares anunciada el año pasado, para aumentar la capacidad del segmento de camionetas y SUV. Actualmente la producción de Merlo representa el 10% de la producción total del Grupo en Sudamérica y mas del 20% de la producción del segmento auto específico de ésta última área.

Fonte: Megautos
Boom do mercado brasileiro atrai novos fabricantes de iates

“Muitas pessoas decidem comprar um barco em vez do segundo carro.” A afirmação é de Eduardo Colunna, presidente da Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos (Acobar), que exemplifica o aquecido mercado de barcos e iates no Brasil. Hoje o país conta com cerca de 100 fabricantes – 30% a mais do que há cinco anos –, com uma produção de 5.300 unidades para este ano, contra 4.700 em 2010.

O reflexo dessa expansão é a chegada de fábricas próprias no país dos principais fabricantes de barcos e iates no mundo, que pretendem aproveitar a maré de crescimento anual de 10% do mercado brasileiro. Até agora são cinco: os italianos Ferretti, Azimut-Benetti e Sessa Marine, a francesa Beneteau e a americana Sea Ray. Com as plantas locais, os consumidores não precisarão esperar os seis meses de importação para navegar em seus mimos.

A fabricante americana é a mais recente a anunciar sua entrada no Brasil. Representada no país pelo grupo YachtBrasil, a Sea Ray começa a construção de sua fábrica própria no segundo semestre, em Santa Catarina. “O Brasil é realmente o país da contramão. Enquanto a demanda cai na Europa, por aqui só vai crescer”, disse Mario Sérgio Sergenti, gerente comercial da YachtBrasil, que representa outras três marcas.

Desde 2009, o grupo trabalha também com a marca italiana Azimut-Benetti, uma das mais tradicionais do mundo, que também terá sua fábrica própria em funcionamento no primeiro semestre do próximo ano. Serão 200 milhões de reais investidos na unidade de Itajaí, em Santa Catarina. O Brasil vai produzir 100 unidades por ano de dois modelos – o equivalente a 25% da produção do grupo no mundo. A instalação da fábrica se justifica pelo fato de o Brasil ter sido o país que mais comprou barcos da Azimut-Benetti no mundo em 2010, num total de 120 unidades.

Há 20 anos no país, em parceria com o empresário Marcio Christiansesn, o grupo italiano de luxo Ferretti inaugurou sua fábrica no início do mês, em Vargem Grande Paulista, no interior de São Paulo. A unidade, que teve investimentos de 40 milhões de reais, produzirá 60 barcos por ano, com faturamento previsto de 400 milhões de reais para este ano.

Quem vai desembarcar em breve por aqui é a também italiana Aicon que, em fevereiro, afirmou que avaliava a fabricação de três modelos da empresa em Itajaí, Santa Catarina. Em outubro, a francesa Beneteau anunciou que investirá 200 milhões de euros em uma fábrica na cidade Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Em abril, outra italiana anunciou que terá fábrica própria no país: a Sessa Marine. A empresa começará a operar junto a Intech Boating, em São José, mas até novembro terá sua sede em Palhoça, Santa Catarina. No primeiro ano, a fabricante pretende produzir 36 unidades.

Se antes os principais mercados dessas companhias eram as paradisíacas praias do Mediterrâneo, a quebradeira econômica da região fez com que os grandes grupos internacionais olhassem o Brasil como porto seguro. Entre os motivos, estão a longa costa de 9.200 quilômetros e ainda uma baixa penetração de vendas. Para se ter uma ideia, o mercado americano conta com um barco para cada 23 pessoas. No Brasil a relação é de um para 1.600.

O público ainda é majoritariamente formado por empresários acima de 40 anos, que podem desembolsar pelo menos 1 milhão de reais para comprar esses brinquedos e aproveitar com suas famílias. No entanto, o perfil tende a mudar. “Com a taxa cambial favorável, há um aumento das importações. Com as fábricas no país, a situação vai melhorar ainda mais”, diz Colunna, da Acobar. “Hoje os barcos não são mais vistos apenas como artigo de luxos para ricos.” Ainda assim, são os ricos, claro, quem mais compram. E o Brasil tem um público endinheirado robusto — são 63.000 milionários também.

No ano passado, a indústria movimentou 580.000 milhões de dólares em vendas de barcos novos e usados. O país deve manter o crescimento na casa dos dois dígitos e chamar cada vez mais a atenção de investidores internacionais, mas poderia ser melhor. “Há regiões do interior, com represas, que também mostram o potencial do país, além da costa. Em contrapartida, enfrentamos muitos problemas de infraestrutura. Não há tantos lugares para guardar barcos”, avalia Sergenti, da YachtBrasil. Fato é que a indústria vai crescer, gerar empregos e movimentar a economia. Resta saber como o país vai se adaptar para aproveitar a maré de investimentos que vem por aí.

| Texto de Marcio Orsolini |

22 de dezembro de 2011

BRASIL RECEBERÁ INVESTIMENTOS DE r$ 1,48 TRILHÃO EM OBRAS ATÉ 2016
Tema da pesquisa divulgada oficialmente pela Sobratema

Os principais investimentos em infraestrutura no Brasil até 2016 foi o tema da pesquisa divulgada oficialmente pela Sobratema-Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção, durante o II Sobratema Fórum - Brasil Infraestrutura - Cidades, evento que aconteceu na terça-feira (18), no auditório da Fecomercio, em São Paulo.

Na apresentação oficial da pesquisa, de autoria da Criactive Exit8, o eng. Mário Humberto Marques, vice-presidente da Sobratema, explicou que a primeira fase do estudo de 2010 envolveu 9.550 obras de 11 setores. Já a nova pesquisa são 12.265 obras divididas em 10 setores - que incluem Copa e Olimpíadas, num setor único - com investimentos de R$ 1,48 trilhão.

O palestrante destacou que, no ano passado, o BNDES lançou o Programa ProCopa Turismo que foi orçado em R$ 1 bi. Com o novo programa, o banco desesembolsou em 2010 só para o setor hoteleiro R$ 185 mi. Há uma tendência de crescimento de investimentos de valores superiores de R$ 7 bi até 2014 em toda a área turística. Na pesquisa foi identificado um volume de 81 obras no segmento de hotel&resort no valor de R$ 51 bi até 2016. A região Nordeste representa 76% dos investimentos previstos e a Sudeste, em segundo plano, com 23%.

De acordo com relatório apresentado em janeiro deste ano pelo Ministério dos Transportes, a Copa de 2014 envolverá 94 projetos de infraestrutura, somando R$ 23,8 bi de investimentos. A pesquisa da Criactive Exit8 demonstra que só em estádios e arenas serão necessários R$ 14 bi.

O desempenho da contrução civil está muito atrelado ao crescimento do País. O setor de infraestrutura é bastante dependente dos investimentos públicos. Segundo o relatório do World Competitividade Global (2011-2012), o Brasil ocupa o 104º lugar no ranking da infraestutura dentre 142 países. "O Brasil investiu 2,1% do PIB em infraestrutura (2006-2009), sendo que os desafios são grandes, desde mão de obra, investimentos, tributação, entre outros", destacou Marques.

A região Sudeste demanda os maiores volumes financeiros, com ênfase para São Paulo e Rio de Janeiro, sendo que Bahia, Pernambuco e Ceará também vêm se destacando em obras. Já a região Norte é importante pela produção de projetos responsáveis pela geração de energia elétrica.

No setor de combustível, a Petrobras anunciou investimentos de cerca de US$ 224 bi até 2015. Para exploração e produção serão investidos US$ 117,7 bi. No setor de gás serão US$ 9 bi. Para atender essa demanda será necessário a ampliação da capacidade produtiva brasileira. As obras em segmentos de combustíveis representam 46% do total dos investimentos.

Conforme revelou Marques, um dos grandes desafios do país está no setor de saneamento. "Para cada 1 real investido em esgoto e saneamento, economiza-se 5 reais em saúde e são gerados 42 mil empregos diretos e indiretos", frisou. Somente 55,4% dos domicílios brasileiros têm acesso ao sistema de esgoto, 11,6% usam fossa séptica para coleta e 32,9% das residências empregam soluções inapropriadas.

Até 2022 serão necessários recursos da R$ 206 bi para universalizar o sistema de escoamento e tratamento de esgoto. Do total de 12.265 obras, 7.390 (60%) são voltadas para a área de saneamento, consideradas de menor porte o que justifica o grande volume de empregos.

O trem de alta velocidade (TAV) é a grande obra na área de transporte que deverá consumir valores da ordem de R$ 34,6 bi para percorrer 520km de extensão. Os investimentos do PAC previstos para o setor são de R$ 16,8 bi, sendo R$ 12,6 bi para obras rodoviárias. No total, o PAC prevê investir R$ 42,5 bi em obras de infraestrutura.

O programa "Minha Casa MInha Vida", em sua segunda versão, prevê recursos da R$ 125,7 bi (R$ 72,6 bi em subsísdios e R$ 53,1 bi em financiamento). Este ano, o setor industrial deverá apresentar crescimento em torno de 2%. Em 2010 foi de 10,5%. Segundo a Fiesp - Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, os investimentos em máquinas e equipamentos, instalações, inovação, gestão e pesquisa e desenvolvimento devem atingir R$ 167,1 bi, em 2011.

No ano passado, o setor de shopping center faturou R$ 87 bi, com previsão de crescimento para este ano de 12%. Atualmente são 420 shoppings e mais 43 novos empreendimentos serão construídos até 2012.

Fonte: Canal Executivo

21 de dezembro de 2011

 New Holland realiza parceria estratégica com a Semeato



New Holland realiza parceria estratégica com a Semeato
A New Holland fechou uma parceria com a tradicional fabricante de plantadeiras e semeadeiras Semeato, que é líder na produção de implementos e especializada em tecnologias para plantio direto de grãos e outras culturas.

Com essa parceria, a New Holland e a Semeato desenvolverão em conjunto tecnologias aproveitando as expertises de cada companhia: a New Holland com tratores, pulverizadores e colheitadeiras e a Semeato em plantadeiras e semeadeadeiras.

Os produtos em conjunto, desenvolvidos pelas engenharias das duas empresas, serão desenhados para aproveitar o melhor desempenho das linhas de tratores da New Holland, que atendam aos altos padrões de desempenho e produtividade da agricultura latino-americana.

Com esta parceria, a New Holland reafirma a vocação da marca em oferecer equipamentos para todas as etapas do ciclo agrícola, com produtos que vão do plantio à colheita.

Fonte: New Holland
 JOHN DEERE APRESENTA NOVA COLHEDORA NO 8º CONGRESSO DO ALGODÃO


Colhedora de Algodão 7760 John Deere
A John Deere terá participação destacada no 8º Congresso Brasileiro de Algodão e na Cotton Expo 2010, que serão realizados no Expo Center Norte, em São Paulo, do dia 19 a 22 de setembro. No evento promovido pela Associação Brasileira do Algodão será feito o lançamento técnico da colhedora 7760, que faz o enfardamento do algodão enquanto colhe, garantindo maior produtividade e melhor qualidade do produto. Serão apresentados também aos produtores as tecnologias de agricultura de precisão do sistema AMS para o algodão e sistema de colheita adensada desenvolvido pela John Deere.
Na quarta feira, dia 21, a John Deere participa do painel sobre “Experiências em agricultura de precisão”. Eduardo Martini, Gerente de Vendas, vai apresentar as “Tecnologias John Deere para Agricultura de Precisão”, discorrendo sobre as vantagens que a aplicação dos produtos AMS, da John Deere traz para a cultura do algodão. Ele vai apresentar informações sobre a tecnologia embarcada nas máquinas para otimizar as operações, como o mapeamento de produtividade nas colheitadeiras e a eficiência máxima dos tratores obtida com o piloto automático tanto no arranquio da soqueira como em outras operações da cultura.

As vantagens da tecnologia desenvolvida pela John Deere nos dois sistemas de colheita de algodão, o adensado e o convencional, serão apresentadas em outros painéis desse dia por Rodrigo Bonato, gerente de Contas Estratégicas para a América do Sul.


Fonte: John Deere
LiuGong bate recorde de vendas na América Latina

Fonte: Assessoria de imprensa

Líder mundial na produção de pás-carregadeiras, em 2011 a LiuGong superou suas metas de desempenho na América Latina tanto em máquinas negociadas como em receitas. A meta anual da companhia para a região era comercializar acima de 1.400 unidades, mas outros fatores também incidiram positivamente nos resultados.
“O aumento nos resultados financeiros reflete tanto a ampliação do nosso mix de produto quanto a evolução do nosso market share em áreas diferentes daquela em que lideramos mundialmente”, explica Fernando Mascarenhas, presidente da LiuGong América Latina.
No período de janeiro a novembro, foram vendidas na América Latina cerca de 600 pás-carregadeiras e 200 escavadeiras hidráulicas. “O plano de vendas para a região não previa um volume tão alto de escavadeiras, de forma que o crescimento de 76% nesse setor foi uma grata surpresa”, comemora o executivo.
A linha de máquinas para construção civil da empresa inclui ainda rolos compactadores, motoniveladoras, minicarregadeiras, retroescavadeiras, tratores sob esteiras e empilhadeiras, item que também apresentou forte crescimento de vendas.
Com planos de instalação de uma unidade fabril no Brasil, a empresa recentemente anunciou uma parceria com o Banco De Lage Landen Brasil para financiamento de 80% do valor de suas máquinas, com juros de 1,30%. “A parceria com o DLL propiciará soluções financeiras diretamente nos pontos de venda, com planos específicos para o nosso tipo de produto”, antecipa Mascarenhas.

Fonte: Revista MT
Vendas de máquinas para construção devem fechar 2011 com crescimento de 18%

As vendas de máquinas e equipamentos utilizados no setor da construção e em obras de infraestrutura no Brasil deverão ter um crescimento de 18% neste ano em comparação com 2010. A constatação é do “Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção”, elaborado pela Sobratema - Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção e divulgado nesta quarta-feira (23), em São Paulo. O trabalho também apontou as projeções de vendas para 2012 e chegou a uma perspectiva de crescimento bem menor, de apenas 5%. “Esse crescimento menor se deve, basicamente, a uma estimativa de queda nas vendas de caminhões no próximo ano”, explica Brian Nicholson, consultor econômico da entidade e um dos responsáveis pelo levantamento.

Segundo ele, neste ano os empresários anteciparam as compras de caminhões – o crescimento em relação a 2010 foi de 26% – em razão da mudança na legislação ambiental prevista para o próximo ano e que deve exigir alterações nos motores, com perspectiva de aumento no preço dos veículos a partir de 2012. Além do forte crescimento nas vendas de caminhões – que representam mais de 50% do volume de vendas de equipamentos para os setores de construção e mineração -, o levantamento da Sobratema também registrou um aumento expressivo, de 113%, nas vendas de mini-escavadeiras. “São equipamentos compactos, para até 12 toneladas, muito utilizado na construção civil, que viveu nos últimos anos um período de forte expansão”, explica Nicholson.

O levantamento também apontou que atualmente o índice de participação dos equipamentos importados na chamada linha amarela, basicamente composta por escavadeiras e motoniveladoras, chega a 29% do total comercializado no Brasil. De acordo com Nicholson, esse percentual deve ser o ponto mais elevado de participação no setor, uma vez que grande parte dos equipamentos hoje importados passará a ser produzida no País nos próximos anos. “Vale lembrar que os fabricantes instalados no Brasil produzem também para o mercado latino-americano”, complementa o economista Rubens Sawaya, que também auxiliou nas pesquisas. Com isso, segundo ele, o interesse por instalar fábricas no Brasil é muito grande.

Paralelamente ao levantamento, os pesquisadores da Sobratema fizeram uma sondagem com 24 empresas do setor para aferir as expectativas dos empresários em relação a 2012. E a constatação foi a de que eles estão mais otimistas, embora destaquem alguns gargalos para o setor: atraso na liberação das obras devido a questões ligadas a licenciamento e licitações, além da contínua falta de mão-de-obra especializada. “O que o setor pleiteia não é relaxamento das normas e regras ambientais. O que se cobra do Ministério Público é eficiência, bom senso, pragmatismo e agilidade na avaliação dos projetos”, destacou Nicholson.

O consultor econômico da entidade ainda ressaltou que todos esses problemas de ordem legal e ambiental apontado na sondagem são de ordem conjunturais e “perfeitamente evitáveis”. No entendimento de Mário Humberto Marques, vice-presidente da Sobratema, esse problemas relacionados não se devem a falta de recursos, mas sim a falta de eficácia na gestão dos projetos por parte do governo. “Nesse ponto é que deve entrar a iniciativa privada, com as PPPs (parceria público-privadas), as concessões e as privatizações. É aí que está a solução desses gargalos”, conclui ele.

Fonte: Sobratema