23 de agosto de 2011
Power Products Marketing America Latina: Quem Somos
Power Products Marketing America Latina: Quem Somos: Power Products Marketing é uma empresa de pesquisa de mercado, que provedencia informações de participação de mercado detalhada , ...
19 de agosto de 2011
17 de agosto de 2011
To better understand Brazil |
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16 de agosto de 2011
O conceito ANTS dos tratores Valtra, voltado para o futuro A Valtra celebra o seu 60º aniversário no mundo voltada para o futuro. Apoiados na tradição de inovação e personalização pela qual a Valtra é reconhecida, temos o orgulho de apresentar o Valtra ANTS – um conceito revolucionário. ANTS é uma sigla onde as letras A, N, T e S representam as atuais séries de modelos Valtra, mas, em inglês, também é o plural de "ant" ou formiga. A formiga é conhecida por ser um inseto social e forte em relação ao seu tamanho, embora as características de uma formiga industrializada também possam ser discernidas no conceito ANTS. Em 2050, haverá nove bilhões de pessoas vivendo no mundo e a área arável será menor do que hoje. Os agricultores precisarão de tecnologia avançada para alimentar a população e produzirão energia, além de alimentos. O ANTS tem a resposta para estes desafios no futuro, respeitando as tradições da Valtra. É dinâmico, fácil de utilizar, personalizável, inteligente, ágil e leve em comparação com a sua potência. O ANTS é uma solução modular. É composto por dois módulos básicos: A unidade de segurança, com potência de 100 kW, e a unidade de trabalho, com potência de 200 kW. Ambas podem funcionar em conjunto ou individualmente. Para tarefas de supervisão, a cabine pode ser instalada em ambas as máquinas. Quando tiver de executar trabalhos pesados que requeiram a participação do operador, os módulos podem ser interligados, ou seja, as rodas traseiras são ligadas a um calibre estreito, as rodas frontais da outra máquina são conduzidas lado a lado e as máquinas ficam interligadas. Assim, estará disponível uma condução estrutural com uma potência de 400 kW. A cabine é a uma cápsula que pode ser ligada a ambos os módulos básicos. Pode ser rotacionado e colocado na parte da frente ou de trás do módulo básico, ou por cima deste. A cabine desce, permitindo que a atividade mais vulnerável a acidentes de trabalho do trator – entrar e sair da cabine – seja realizada de forma segura e simples. A interface do operador é muito simples. A maioria dos comandos são dados por voz. As informações importantes para a tarefa são apresentadas numa tela HUD (heads up display) nas janelas da cabine. A máquina tem excelentes capacidades de comunicação. A estrutura composta da cabine é segura, e terá uma visão sem limitações em todas as direções. A funcionalidade tradicional TwinTrac da Valtra foi desenvolvida ao máximo, porque uma cabine móvel significa que o trator ANTS não tem uma extremidade frontal ou traseira separada. Motor e combustível conforme necessário A tecnologia das energias dará grandes passos nas próximas décadas. A transmissão será eletrônica e a eletricidade será produzida de formas diferentes, através de baterias eficientes, células de combustível e geradores turbo, ou através de um motor de combustão de classe elevada que pode explorar o biocombustível ou o bio diesel. A fonte de energia terá o potencial de ser alternada de forma modular, quando for necessário. A estrutura da máquina básica será leve. As rodas estão colocadas na extremidade dos eixos, são utilizados para suspensão ativa e regulagem do vão livre, bem como para levantar e baixar implementos do chão. O vão livre mínimo destina-se aos trajetos em estrada, para oferecer melhor estabilidade. As rodas são inteligentes, e a sua largura, ou o tamanho de superfície de contato, podem ser ajustados para evitar compactações da superfícies do solo. O ANTS examina a estrutura e a composição do solo, e aperfeiçoa a sua superfície de contato. Quando as rodas se alargam, as garras tornam-se mais agressivos. Contudo, a superfície das rodas será otimizada para a condução em estrada na posição estreita. Trabalho automatizado A unidade de trabalho é da classe de potência 200 kW e poderá realizar as suas tarefas sem supervisão. A unidade de segurança predefinida está equipada com uma cabine e realizará todas as tarefas. Ela está equipada com um braço telescópico duplo, que pode configurar o equipamento para diferentes tipos de trabalho. Também será mais fácil acessar espaços estreitos com a máquina, porque ela pode "encolher". A maior parte dos comandos de trabalho da máquina será gerenciado por motores e atuadores elétrico. Se for necessário o sistema hidráulico tradicional, este será à base de água. O trator conceito ANTS foi construído numa escala de 1:5 e tem sido apresentado pela Lighthaus de Gothenburg, juntamente com o desenvolvimento de produtos Valtra. A primeira apresentação deste trator aconteceu no aniversário de diamante da Valtra. O trator continuará sendo apresentado em 2011, em exposições de agricultura e maquinaria, como a Agritechnica e a SIMA. FONTE: Valtra Brasil |
15 de agosto de 2011
FIRESTONE APRESENTA PNEUS RADIAIS
FONTE: A granja
12 de agosto de 2011
Agência japonesa R&I eleva nota do Brasil para BBB
Avaliação considera que o risco de a economia brasileira sofrer com as mudanças drásticas no cenário externo diminuiu
AGÊNCIA ESTADO
São Paulo. A agência de classificação de risco japonesa Rating and Investiment Information (R&I) elevou o rating (nota) do Brasil de BBB- para BBB, com perspectiva estável. O comunicado da empresa afirma que, com a emergência das famílias de renda média, "um robusto mercado doméstico está sendo criado no Brasil". Segundo a R&I, o risco de que a economia brasileira sofra seriamente com as mudanças drásticas no cenário externo diminuiu.
"A inflação está cedendo e, graças ao estrito respeito à lei de responsabilidade fiscal, a posição fiscal do país continua favorável", diz a nota. Enquanto o cenário da economia global se tornou mais conturbado, a administração fiscal e econômica do Brasil tem maior estabilidade, prossegue a R&I.
Para que a qualidade de crédito do Brasil aumente novamente, o governo precisa eliminar os gargalos do lado da oferta para o crescimento econômico, aumentando investimentos e fazendo esforços para mitigar as pressões inflacionárias ainda mais, diz a agência japonesa. Isso requer o aumento da taxa doméstica de poupança, que está atualmente abaixo de 20% do Produto Interno Bruto (PIB) e um aumento na relação de investimento, de forma a não causar uma deterioração no balanço de conta corrente, acrescenta.
A agência afirma que o governo Dilma Rousseff "tem mantido firmemente a disciplina fiscal em linha com a lei de responsabilidade fiscal". Para 2012, a R&I aponta algumas preocupações, tais como as pressões de um aumento do salário do funcionalismo e das aposentadorias, num cenário de crescimento de dois dígitos do salário mínimo e da expansão dos gastos com construção de infraestrutura, como aeroportos, ferrovias e estádios para a Copa de 2014. "Mesmo assim, a R&I acredita que a possibilidade de que a disciplina fiscal do país sofra uma erosão séria é pequena."
A R&I havia elevado o Brasil a grau de investimento em abril de 2008. Na ocasião, a agência passou a nota brasileira de BB+ para BBB-.
FONTE; America economia
Brasil dispõe de proteção de R$ 1,1 tri contra crise
Proteção é quase 40% maior do que o governo tinha às vésperas da crise de 2008
AGÊNCIA ESTADO
Brasília. O governo brasileiro tem um cordão de isolamento de pelo menos R$ 1,1 trilhão para proteção da economia contra os efeitos de um agravamento maior da crise internacional. Esse colchão é formando pelo dinheiro que o Tesouro Nacional tem em caixa para rolar a dívida pública, os depósitos compulsórios recolhidos pelo Banco Central (BC) e os dólares das reservas internacionais. Essa proteção é quase 40% maior do que o governo tinha às vésperas da crise de 2008.
Segundo a reportagem apurou, no caixa do Tesouro estão depositados cerca de R$ 200 bilhões. Esse dinheiro, chamado no jargão econômico de "colchão de liquidez", é para ser usado exclusivamente no pagamento de títulos do Tesouro que estão vencendo. Em caso de necessidade, o governo pode parar de ofertar novos papéis em seus leilões semanais para se financiar. Os recursos em caixa são suficientes para o Tesouro ficar sem vender um único título até o fim de janeiro, mês em que há maior concentração de vencimentos de papéis.
Já o dinheiro dos compulsórios - R$ 416,79 bilhões - poderá ser liberado pelo BC para garantir crédito no mercado interno e oferta de recursos em reais na economia, caso os bancos se retraiam e parem de emprestar dinheiro entre si e para os clientes. Já os dólares das reservas (US$ 350,9 bilhões ou cerca R$ 570 bilhões, ao câmbio de hoje) podem garantir leilões de linha de crédito para manutenção das operações de comércio internacional, como foi feito pelo BC em 2008, e evitar desvalorização do real.
O ex-diretor do Banco Central e economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio, Carlos Thadeu de Freitas, considera importante o Brasil ter defesas reforçadas neste momento de crise e incertezas. Mas avalia que, diferentemente de 2008, esses colchões não deverão ser acionados imediatamente, caso haja um agravamento do quadro. Segundo ele, como o cenário contempla maior preocupação com o nível de atividade, o BC deverá inicialmente baixar a taxa de juros básica (Selic), que está em 12,50% ao ano e tem mais poder para ativar a economia, antes de usar as reservas em reais e dólares.
Freitas considera que, se for mesmo necessário recorrer a esses colchões, o primeiro a ser utilizado é a reserva internacional, garantindo oferta de dólares para o setor exportador e contendo possíveis disparadas da moeda americana ante o real. Os depósitos compulsórios só deverão ser acionados caso a oferta de dinheiro em reais fique parada nos bancos, sem circular na economia, o chamado "empoçamento de liquidez". "O compulsório não será tão importante quanto em 2008", ponderou.
Quando ao colchão de liquidez do Tesouro, o economista considera que, em caso de alta volatilidade do mercado, essa reserva de recursos permite que o governo passe um bom tempo sem emitir títulos caso o mercado não queira os papéis do governo ou cobre demais para adquirir os papéis.
FONTE: América economia
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